Visibilidade operacional limitada
Dados espalhados entre ERP, Excel e registos manuais. Decisões tomadas pela experiência de quem opera, mesmo quando a informação já existe algures no processo.
Nada de software de prateleira. Começamos pelos dados que já existem na sua fábrica, sem investimento em hardware novo nem mudança de sistemas.
A informação financeira está disponível. O que acontece na fábrica todos os dias é diferente: a que ritmo estão as máquinas, porque é que aquela linha parou três vezes esta semana, onde é que se perde material.
Dados espalhados entre ERP, Excel e registos manuais. Decisões tomadas pela experiência de quem opera, mesmo quando a informação já existe algures no processo.
Paragens não planeadas custam dinheiro e atrasam encomendas. Com dados organizados, é possível antecipar falhas e planear intervenções.
Rendimento de matéria-prima, consumos de energia e tempos de produção que se estimam em vez de se medir. Sem dados reais, as perdas ficam escondidas.
Sistemas que não falam entre si. Informação que vive na cabeça das pessoas e desaparece quando saem. Conhecimento que não se acumula.
No chão de fábrica, decide-se quase tudo por estimativa.
«acho que andamos nos 88%»
84,2%
Trabalhamos para trocar o palpite pelo número. É o que o nome quer dizer.
Exemplo ilustrativo
E sim, também fazemos o simples. O nosso ponto de partida é sempre o mesmo: perceber a realidade de cada empresa e começar pelo que dá valor mais depressa.
Juntar e organizar os dados de produção num só sítio. Painéis com os indicadores que interessam. Relatórios automáticos em vez de manuais.
Rendimento de matéria-prima por lote, consumos de energia e tempos de produção. Encontrar as perdas com dados reais em vez de palpites.
Prever falhas nos equipamentos com base em dados reais de operação. Menos paragens não planeadas, menos custos de manutenção.
Afinar os parâmetros de produção para tirar mais rendimento, gastar menos energia e produzir a melhor ritmo. Com os dados já recolhidos.
Estes números vêm de empresas que começaram por organizar os dados que já tinham.
Cada passo justifica o seguinte. Resultados visíveis antes de escalar.
Que sistemas usam, que dados geram, e onde sentem que se perde informação.
Mapear onde existem dados, como fluem, e onde se perdem entre sistemas e pessoas.
Mapa de dados da fábrica, gaps identificados e ações sugeridas por ordem de impacto.
Problema específico com resultados mensuráveis. Só avançamos se fizer sentido para os dois lados.
Dos ERPs que não se falam aos registos em papel. Sabemos como é a realidade.
Sem investimento em hardware novo nem mudança de sistemas para começar.
Nada de software genérico nem licenças anuais. Cada solução é específica.
Visita curta, relatório concreto, piloto antes de qualquer compromisso maior.
Cada projeto tem a nossa atenção total. Flexibilidade de quem trabalha lado a lado.
Organizar o que existe antes de pensar em soluções avançadas. Valor rápido.
«Antes passávamos mais tempo a gerir do que a tratar. Agora abrimos o sistema, vemos o dia todo, e sabemos exatamente onde estamos — quem vem, quem faltou, quem não volta há meses. Isso antes não existia.»
Uma conversa curta, sem compromisso. Se fizer sentido, avançamos para uma visita à fábrica.