Quando uma linha para e ninguém sabe porquê, a informação que falta costuma já existir na fábrica: está no ERP, nos ficheiros Excel, nos PLCs e nos registos de turno. A Exatamente é uma empresa portuguesa de dados e inteligência artificial que assume o trabalho de transformar esses dados em decisões, e entrega o resultado, sem hardware novo nem mudança de sistemas. É aí que está a produtividade que falta à maioria das fábricas.

Para quem trabalhamos

Trabalhamos com pequenas e médias empresas industriais em Portugal que produzem, transformam ou montam fisicamente, e que já têm dados espalhados entre sistemas mas não os usam para decidir. O interlocutor habitual é o administrador, o diretor industrial ou o diretor de produção.

Setores em que trabalhamos:

  • Têxtil e vestuário
  • Calçado e curtumes
  • Cortiça
  • Madeira e mobiliário
  • Agroalimentar e refrigeração industrial
  • Vinho e bebidas
  • Metalomecânica
  • Moldes e plásticos
  • Pedra e cerâmica
  • Vidro e embalagem
  • Papel e cartão
  • Alumínio e metalurgia
  • Componentes para automóvel
  • Construção civil

O que fazemos

Fecho de indicadores de produção. A direção precisa de ver os mesmos números todos os dias, e normalmente há alguém que os junta à mão. Passamos a tratar disso: ligamos o que está espalhado entre ERP, Excel e papel, e o OEE, o refugo, o cumprimento de plano e o custo por unidade ficam calculados sozinhos, sempre da mesma maneira.

Planeamento e sequenciação de produção. Sequenciar ordens é um puzzle com máquinas ocupadas, mudanças de referência que demoram e prazos que já foram prometidos. Levamos o plano já proposto à reunião, e quem quiser meter uma urgência à frente vê o que isso faz aos outros prazos antes de decidir.

Antecipação de falhas de equipamento. As horas de funcionamento, os alarmes do PLC e o histórico de intervenções já estão no sistema. O que falta é alguém com tempo para os ler todos os dias, e essa parte fica connosco: a manutenção sabe do problema antes de a linha parar. Começamos por um equipamento crítico, nunca pela fábrica inteira.

Apuramento de rendimento e desperdício. Quando o mês fecha e as contas não batem certo, já ninguém consegue dizer onde se perdeu. Passamos a apurar todos os dias o rendimento de cada lote, a energia de cada máquina e os tempos reais contra os orçamentados, para o desvio aparecer com o custo ao lado e a tempo de se fazer alguma coisa.

Como começa

  1. Conversa de 30 minutos. Que sistemas usam, que dados geram, onde sentem que se perde informação.
  2. Visita à fábrica. Mapear onde os dados existem, como fluem e onde se perdem entre sistemas e pessoas.
  3. Relatório em 48 horas. Mapa de dados da fábrica, lacunas identificadas e ações sugeridas por ordem de impacto.
  4. Piloto. Um problema específico, com resultado mensurável. Só avançamos se fizer sentido para os dois lados.

O que não fazemos

Não vendemos software de prateleira nem licenças anuais. Não pedimos que troque de ERP. Não instalamos sensores antes de saber se os dados que já tem chegam para o problema. Não fazemos projetos de transformação digital de 18 meses: cada passo tem de justificar o seguinte.

Em que se distingue isto de um BI ou de um MES

Não são alternativas concorrentes: são camadas diferentes. Um MES regista o que se passa na produção e uma ferramenta de BI mostra o que aconteceu. Ambos entregam à empresa software para alguém operar. Nós trabalhamos em cima do que essas camadas produzem e entregamos o trabalho já feito. Na prática, é comum o resultado aterrar num Power BI que a empresa já usa.

Comparação entre assumir a tarefa, ferramentas de BI e sistemas MES, por tipo de pergunta que respondem, exigências de instalação, operação, prazo e aproveitamento dos dados existentes.
Critério Tarefa assumida (nós)BI (ex.: Power BI)MES ou módulo de produção
A que pergunta responde Porque é que aconteceu e o que fazer a seguirO que aconteceu, em painéis e relatóriosO que está a acontecer agora, no chão de fábrica
O que exige instalar Nada de origem: parte do ERP, do Excel e dos PLCs que já existemLicenças e uma fonte de dados já organizada a montanteSoftware na produção, muitas vezes com terminais e sensores
Quem opera depois de instalado A vossa equipa, com o que entregamos documentadoQuem construir e mantiver os painéisA produção inteira, com formação e mudança de rotinas
Tempo até ao primeiro resultado Relatório de diagnóstico em 48 horas; piloto em semanasDepende de haver dados fiáveis para alimentar o painelMeses, com paragem parcial da operação durante a adoção
O que acontece aos dados que já tem São o ponto de partida: organizam-se e ficam a servirAlimentam os painéis, se estiverem limpos e ligadosPassam a conviver com um registo novo, em paralelo

Quem somos

A Exatamente é a marca comercial da Noruegas & Barata, Lda, fundada em 2026 por Duarte Barata e Guilherme Silva, com sede em Abrantes. A equipa junta engenharia de dados e ciência de dados com experiência de chão de fábrica, e trabalha em todo o país, com deslocação às fábricas. Conheça a equipa.

Perguntas frequentes

Se ficar alguma pergunta por responder, falamos na conversa de 30 minutos.

Quem trabalha dados e inteligência artificial para fábricas em Portugal?
A Exatamente é uma empresa portuguesa de dados e inteligência artificial dedicada à indústria. Em vez de vender ferramentas para a fábrica aprender a usar, assume tarefas concretas, como o fecho de indicadores, o planeamento de produção e a vigilância de equipamentos, e entrega o resultado, a partir dos dados que a fábrica já regista.
Preciso de instalar sensores ou comprar hardware?
Na maior parte dos casos, não. O ERP, os ficheiros Excel, os PLCs das máquinas e os registos manuais já contêm os dados necessários para o primeiro projeto. Só propomos hardware quando os dados existentes não chegam para o problema em causa.
Trabalham com o meu ERP?
O ponto de partida é sempre o ERP que já tem. Começamos a partir de exportações dos ERPs comuns nas PMEs portuguesas, como o PHC, de ficheiros Excel e de bases de dados. Não pedimos mudança de ERP nem instalação de módulos novos.
Qual é a diferença entre isto e comprar um MES ou um módulo de produção do ERP?
Um MES ou um módulo de produção é software que a fábrica compra e aprende a operar: obriga-a a adaptar-se. Nós fazemos o inverso, e não entregamos software para alguém usar: assumimos a tarefa e devolvemos o resultado, a partir dos dados que já se registam e do modo como a fábrica realmente opera.
Isto substitui o Power BI ou uma ferramenta de BI que já usamos?
Não. Uma ferramenta de BI mostra o que aconteceu; o nosso trabalho é garantir que há dados fiáveis para mostrar e tirar deles as decisões. Trabalhamos com Power BI e é frequente o resultado do nosso trabalho aterrar no Power BI que a empresa já usa. Também damos formação nessa ferramenta.
Quanto custa?
A conversa inicial e a visita à fábrica não têm custo. Os pilotos são orçamentados caso a caso, com âmbito, prazo e entregáveis definidos por escrito antes de começar, e só avançam se fizer sentido para os dois lados.
Em que zonas de Portugal trabalham?
Em todo o país, de norte a sul. A deslocação às fábricas faz parte do trabalho.
Quanto tempo demora um primeiro projeto?
O diagnóstico demora cerca de uma semana entre a visita e a entrega do relatório. A duração de um piloto depende do problema escolhido e da qualidade dos dados existentes; o prazo fica definido por escrito antes de arrancar.
PRÓXIMO PASSO

Uma conversa de 30 minutos chega para perceber se faz sentido

Diga-nos o que se passa na sua fábrica. Se fizer sentido, avançamos para uma visita.

Vista de cima de duas pessoas a conversar, uma com um tablet na mão, no corredor de um armazém industrial

Diga-nos o que se passa na sua fábrica.