Antecipar a falta antes de acontecer
Cadeias de retalho com muitas lojas sentem o absentismo de curta duração como um custo recorrente e imprevisível. A gestão do turno acontece sempre depois de a falta já ser um facto.
Não é um caso real: ilustra o tipo de problema que resolvemos e o que uma solução destas faria. Sem cliente e sem resultados medidos.
«sabemos que há lojas com mais faltas, mas reagimos no próprio dia»
estimar o risco de falta de curta duração com dias de antecedência, para planear substituições antes de acontecer
Um objetivo claro, não uma promessa de número.
O sinal que aponta para o risco de falta já existe, mas está disperso e só se lê quando a falta já aconteceu.
01Gestão sempre reativa
A substituição de turno só se organiza depois de a falta confirmada, sem margem para planear com antecedência.
02Sinal disperso
A informação que aponta para o risco de falta vive em sistemas separados: histórico de presenças, padrões de turno, sazonalidade.
03Custo invisível até acontecer
Sem previsão, o impacto só se sente no dia, quando já é tarde para reagir bem.
O que uma solução deste tipo faz
Um modelo sobre o histórico de presenças e os padrões de turno estima, com dias de antecedência, o risco de falta, trocando a gestão reativa do turno por planeamento de substituições.
- Aprende com o histórico de presenças e os padrões de turno de cada loja.
- Estima, com dias de antecedência, o risco de falta de curta duração por loja.
- Entrega a lista a tempo de planear substituições antes de o turno começar.
- A gestão do turno passa de reativa a planeada, com dias de antecedência.
- O risco deixa de ser uma sensação e passa a ser um sinal acionável, loja a loja.
Exemplo ilustrativo, não um caso real. Sem resultados medidos.